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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

BurnPersonagem - Lucyus Reverbel


Lucyus Reverbel

Esse cara de nome pomposo é um dos vampiros mais poderosos do mundo deles.
Um 5 vampiros da UV – União de Vampiros – o chamado Conselho, é Líder do clã Paz, um clã muito misterioso, pouco falado em Chama de Sangue.
Lucyus chega com seus olhos verdes incandescentes – sim, bem “monstro” – seu terno finíssimo e sua postura arrogante. Debora diz que ele parece ser um daqueles grandes empresários e que, por seus olhos, o clã Paz parece não ser nada da Paz.
É verdade? Lucyus é malvado ou é apenas arrogante como todos os vampiros Líderes?
E esses olhares trocados com o nosso “vilão” o que significam?
Gosto do mistério que é o Lucyus e no desenrolar do primeiro livro da série The Burns, acho que ele é até importante, mesmo aparecendo pouco.
O futuro dele ficou muito incerto no fim de Chamas de Sangue, mas eu, como autora, tenho o privilégio de saber que ele crescerá e muito na série...
Terá um papel de grande importância no final, mas vou parar por aqui antes que conte tudo...
Ah, não se preocupem, tem um motivo para ele ter esse nome tão... tão... *tosse* exuberante?
Mas não vou dizer qual é, saberão na série.

Então agora fica com você, leitor, julgar Lucyus e suas atitudes, tanto passadas, do presente e as futuras.


Quer saber mais sobre Lucyus e toda a UV? Compre Chamas de Sangue que está saindo pela Editora Literata...
É só clicar aí no botãozinho do lado do Pagseguro ou mandar um e-mail para serietheburns@gmail.com




Beijos, mordidas e um sorriso.






quinta-feira, 6 de outubro de 2011

BurnPersonagem - Verônica

“Eu não sabia o que era amor. Isso foi uma das muitas coisas que ele me ensinou a reconhecer.”





Verônica é a típica “rainha” loira, esnobe e muito bonita, mas eu sei que ela é mais que isso... Ah, eu sei.
Quando humana, era uma renomada modelo que se envolveu com um vampirou e acabou sendo transformada em um.
A história misteriosa de Verônica é contada no livro, então, não posso contar quase nada.

Em Chamas de Sangue, ela é apresentada como Companheira Oficial do Líder Viktor Burns.
Deixa eu explicar o que seria isso:
No mundo dos vampiros, não há essa coisa de casamento, nem religioso, nem civil. Religioso: vampiros, lembra? Nada de igrejas...
Civil: para a sociedade humana eles estão mortos. Não há casamentos entre defuntos.

No mundo Burns existem certas cerimônias... Como a de Reconhecimento que a Debora participa... Onde um vampiro recém-transformado é obrigado a se apresentar ao Líder do clã, ao seu criador e ainda algumas testemunhas...

Então, há ainda a Cerimônia de União, que une dois vampiros pela eternidade. Eles são chamados de Prometidos.
Os vampiros “noivos” se alimentam um do outro, compartilhando seus sangues, que simboliza para eles suas vidas.
Os Prometidos escolhem algum vampiro mais velho e mais poderoso para ser o “padre”... Ou o cara que vai recitar algumas frases.
Eles juram proteção um ao outro, companheirismo e amor e no final, se tornam Companheiros Oficiais.

OK. Mas como dá para perceber que Viktor terá alguma coisa com Debora em Chamas de Sangue, né?
Sim, ele terá.

E por que Verônica irá suportar isso? Porque no fim da noite, Viktor é Companheiro Oficial dela e não de Debora ou de qualquer outra.
Porque é ela quem é a Rainha ali, a companheira do Líder de Burns. Ela é a importante ali, a realeza, a rica. E para ela isso importa sim. Muito.
Se Verônica ama Viktor ou a ideia de ser a Companheira do Líder de um dos maiores clãs, não sei dizer. Os sentimentos dela são uma incógnita para mim.

Verônica é também ex-namorada de Marcus. COMO ASSIM? QUANDO ELA FICOU COM VIKTOR ENTÃO? QUEM A TRANSFORMOU?
ESSES IRMÃOS DISPUTAM MESMO SOBRE TUDO?

Debora fala isso no livro em alguma página:
“Na verdade, eu e Verônica não passamos de um brinquedinho na mão de dois irmãos que querem brincar ao mesmo tempo. Um fica puxando para um lado e o outro para o outro, até que em algum momento um dos dois vence e aí perde completamente a graça.”

Será que é isso mesmo? Será que Viktor não ama Verônica? Será que Marcus também não a amou?
E Debora está certa?
O que nessa história é real e o que é apenas uma disputa?

Sendo o que for, Verônica tem um papel importante na história. Ela é passado de Marcus, presente de Viktor e... futuro de quê ou quem?

Para saber, leia Chamas de Sangue, lançamento da Editora Literata.

Já dá para encomendar, pessoal! É só mandar um e-mail para serietheburns@gmail.com O livro sai por R$38,00, vai autografado, com marcador e ainda frete incluso!

*-*


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

BurnPersonagem - Viktor Burns


Viktor Burns.

Já disse muitas vezes que ele é meu personagem preferido em Chamas de Sangue, mas nem sempre consigo explicar por que.
Talvez por acreditar que sou a única pessoa que consigo entendê-lo de verdade... Talvez por ser a única pessoa a saber o que realmente ele está fazendo todo o tempo... Quem ele é... Ou talvez a única pessoa que encontre graça em tudo que ele faz, como uma mãe coruja.
Essa sou eu em relação a Viktor: uma mãe coruja.
O defendo com unhas, dentes e presas.
Ele é o filho mais novo, o Burns mais novo... E os caçulas não são sempre os mais mimados?
Mimei Viktor o tempo todo. O protegi. Embelezei suas mancadas e tapei os olhos para não ver o quão cruel ele poderia ser quando quisesse e o perdoei muitas e muitas vezes, principalmente quando ele não merecia.
Tenho essa visão romântica por cima do Líder de Burns: acredito que ele faça tudo que faz por amor...
Sim, amor.
Mas não amor à outra pessoa.
Viktor ama PODER.
Ama ser o centro das atenções, ser o mais forte, o inabalável, o favorito. Ama a riqueza, aquilo que é belo e aquilo que pode ser seu. Pois tudo pode ser dele. Ele tem esse poder.
E, acima de tudo, Viktor ama Burns. Faria tudo por seu clã. Ele faz de tudo por seu clã.

Já comentei que a infância dos meninos Burns não foi fácil. E não foi. Marcus pode ter sofrido um pouco mais que Viktor, que foi o menino dos olhos de seu pai, o futuro Líder. O Príncipe.
Enquanto sua mãe... bem, essa tinha uma visão muito diferente do que Viktor era e no que ele se tornaria.
E sabe o que é pior nisso tudo? Viktor sabia.
Desde pequeno, muito pequeno, sabia que estava sendo criado para ser o Maior, o Líder, o Rei. Sabia que teriam muitas pessoas em sua responsabilidade e a sua disposição.
E o que se espera do Melhor? Apenas o melhor.
Sabia que nasceu para ser o Líder de Burns, assim como Marcus sabia que nasceu para ser Líder o também.
Mas por que deu errado? Por que Ben, o pai deles, escolheu a Viktor e não a Marcus?
Por quê?
Só lendo o livro.
Mas Viktor tem que conviver com isso. Com o ódio do irmão, por ter roubado algo que supostamente era dele.
Várias vezes.
As pessoas sempre parecem preferir a Viktor e eu não acho que seja culpa dele.
Ele é o Líder afinal. O mais bonito. O mais poderoso. O mais... não me importo com vocês. Não preciso de vocês.
Porque é por exatamente esse tipo de cara que mulheres como a Debora se apaixonam. Os caras que dizem não precisar de mais ninguém.
Elas sempre acreditam que vão mudar essa visão, que vão provar para eles que não se pode viver sozinho. Que não se precisa viver sozinho.
Bem, Debora tenta.

Adoraria dizer que Viktor é meu personagem mais inteligente, do modo psicopata de ser. Mas ele não é. Ele é até ingênuo em seus “planos mirabolantes em dominar o mundo”, porque ele confia demais em seus poderes. Subestima as outras pessoas.
Se acha o melhor mesmo.
Ele não pensa em preto e branco. Para ele é tudo preto. Todos são maus. Todos querem alguma coisa. Todos querem poder. Todos querem roubar o lugar dele. Todos querem algo dele.
Talvez ele esteja certo.

Ele SEMPRE tem algo escondido, um plano futuro, uma saída, um plano B.
Nada o pega de surpresa. Ele está sempre preparado... Mas ele é tão sensível quando algo não sai como ele queria que saísse, pois ele não está acostumado com isso.
As coisas sempre deram certo pra ele. Todos o respeitam, o babam, digamos assim...
E quando não acontece isso... Seu lado negro e perturbado sai à tona.
Ele literalmente enlouquece.

A relação de Viktor com Verônica, sua Companheira Oficial, não é muito trabalhada no livro. Não é muito explicada. Fica tudo nas entrelinhas.
Por que Verônica suporta estar com ele, quando sabe que ele está com todas as outras?
Eu respondo: porque no fim do dia – ou da noite – ele voltará para ela.
E o que Viktor sente por Verônica?
Não sei dizer. Não mesmo. Acho que talvez ele a ame, já que ama o belo e Verônica é a exemplo vivo do que se é belo, do que nasceu para ser exibido, olhado, admirado e invejado.
Talvez ele a mantenha ao seu lado, por acreditar que alguém como ela, uma linda mulher como ela, não deva estar ao lado de mais ninguém que não seja ele, já que o Líder sempre merece o melhor.
Contei que Verônica é a ex-namorada de Marcus?
Bom, quando ler o livro, você vai ficar sabendo melhor dessa parte.

Uma pessoa que parece estar sempre ao lado de Viktor é Luigi Greco. Luigi. Ah, o Luigi. Personagem que eu não gosto muito, por ser tão... leal, eu acho. Por não ter personalidade própria. Por baixar a cabeça e acatar a cada uma das ordens de Viktor.
E Viktor, o que não precisa de ninguém, precisa de Luigi.
Mesmo que ele jamais admita isso.

Temos Sara Egan também, a sexy Guarda que está sempre ao redor de Viktor.
Viktor sabe que ela não o suporta, que ela não o respeita e não concorda com suas ideias e opiniões, mas sabe também que ela nada pode fazer por isso, que não tem para onde ir.
E ele usa isso.

Viktor usa e abusa dos mais fracos. Mesmo. E eu não sei dizer se ele está errado.
E é esse meu problema com meu lindo menino de olhos verdes claros:
 Eu nunca acho que ele está errado. Por que eu o amo porque sei que é isso que ele precisa que eu faça.

Exatamente como uma mãe que ama demais.

Debora, Marcus e eu acho que Will chega a comentar também, que Viktor tem algo como uma força que puxa as pessoas para ele. Que faz com que todos queiram se ajoelhar e louvar ao mestre.
Talvez seja sua beleza. Sua aura de poder. Sua arrogância. Ou talvez seja simplesmente ele.


Espero que vocês o amem também. Que vocês o entendam. Que vocês suspirem por ele. Se sintam atraídas e atraídos por ele, como ele quer que vocês estejam.
E que vocês o odeiam, apenas para amá-lo no fim.

- Falar de Viktor foi uma das coisas mais difíceis que eu já fiz. Espero que tenham entendido tudo.

E Chamas de Sangue já está pronto para encomenda.
É só mandar um e-mail para serietheburns@gmail.com, dizendo que quer o livro.
Ele sai por R$38,00 com marcador, frete incluso e AUTOGRADO.

*--*

Marcia Bastilho.



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

BurnPersonagem - Marcus Burns


Falar do Marcus não é muito fácil, acho que é porque o personagem não é fácil de se entender, não é fácil de acompanhar.
Marcus Burns é intenso.


Ele vive de uma maneira diferente da nossa, ele sente, ele reage de uma maneira diferente.
Gosto do Marcus, gosto mesmo e me irrito com ele muitas vezes também, esperando que ele se mexa, que ele se declare, que ele dê um soco bem dado no Viktor ou que ele simplesmente diga a verdade.
Marcus Burns é o filho mais velho de Ben Burns, seu herdeiro à liderança de Burns, certo? Errado. Ben não escolheu Marcus como Líder de seu clã, escolheu seu filho mais novo, Viktor.
Por quê?
Bom, só lendo o livro, mas os motivos mexeram com a cabeça e com o coração de Marcus, ainda mais por Ben aparecer morto logo depois.
Sua infância não foi fácil. A infância dos meninos Burns não foi, mas ouso dizer que Marcus sofreu mais que Viktor, não sei, acho que quando vocês lerem Chamas de Sangue, vocês irão entender e julgar.
Não escrevi Marcus para ser o cara bonito da história, não, na minha cabeça ele nem é tão bonito assim. Ele é... concreto, real, tocável. Acho que Debora chega a descrevê-lo assim alguma hora durante o livro.
Debora também o descreve como “bipolar”. Podendo usar erroneamente o termo psicológico e usando de maneira informal como muitos fazem, tenho que concordar com a nossa mocinha: Marcus é bipolar. Ele sofre de sérios problemas e oscilações de humor.
Por quê?
Como eu disse, ele é intenso, ele sente mais que o restante dos personagens, então ele sempre está em uma dimensão diferente.
Mas isso não faz de Marcus um personagem éér... sentimental demais, ou até mesmo afeminado. Não. Marcus tem personalidade forte, age por impulso, por orgulho e tem essa mania dos meus personagens principais de quererem se provar, de mostrar para o mundo que sim, mil vezes sim, ele deveria ser o ESCOLHIDO.
Esse é o problema do Marcus: ele quer ser o Escolhido pelo menos uma vez na vida. Seu pai preferiu Viktor, Verônica preferiu Viktor e Debora parece estar preferindo seu irmão mais novo invés dele também.
Marcus tem inveja de Viktor.  Marcus odeia Viktor. Marcus ama Viktor, afinal, ele é seu irmão.
A relação MarcusXViktor só é explicada nos últimos capítulos de Chamas de Sangue, mas depois de conhecermos a infância deles, percebemos o que fez com que se rompesse entre eles, o que aconteceu entre eles.
É mais que uma luta pela liderança de um dos clãs mais poderosos. É mais que rancor por ter perdido sua mulher para o irmão mais novo, duas vezes.
Costumo dizer que o livro não é sobre um triângulo amoroso, nem sobre uma mocinha se apaixonando por um herói. Chamas de Sangue é sobre os meninos Burns, os irmãos Burns e sua luta incessante de mostrar quem é o mais forte, quem pode mais, quem pode ser amado mais.
Chamas de Sangue já se chamou The Burns – O Irmão de Um Líder, quando eu queria que todos os livros da série tivessem a palavra “Líder” como título, mas percebi que esse título era injusto com Marcus.
Marcus não é apenas o Irmão de Um Líder. Marcus é o protagonista de Chamas de Sangue. Eu estive segurando meu fôlego com ele até o fim do livro.

“Quer matar? Que mate!
Quer destruir? Que destrua!
Quer roubar minhas mulheres? Foda-se, pegue elas para você!
Ele adoraria dizer que não estava nem ai, que na verdade nem se importava, mas não... Não era bem assim...”

“-Porque é nele que você pensa quando eu te toco, e lembrar dele nessa hora me enlouquece,  fode a minha cabeça.
E meu coração.
Mas ele não falou essa parte, ela não precisava ouvir.”

“Todos nós temos maldade em nossos corações, eu sei dos seus pecados, Marcus, da luxuria, da gula, da inveja e da raiva que há em você... E é por isso que eu te amo tanto, porque você não é perfeito... Você é humano.”

Marcus não é o cara bonito, mas é o cara da risada bonita linda do mundo, do cheiro mais sedutor, dos humores imprevisíveis que vai te fazer querer fazer de tudo para arrancar um sorriso de seus lábios ou um brilho sacana de seus verde escuro e frios.
Você vai torcer por ele, querer matá-lo, chorar com ele, rir com ele e sentir como ele.
Ficou curioso sobre o Marcus?
Quer conhecê-lo e tirar você mesmo suas conclusões sobre esse personagem?
Então aguarde para se deliciar em Chamas de Sangue, lançamento da Editora Literata.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

BurnPersonagem - Rodrigo Montini


Rodrigo é aquele personagem que no início a gente não entende bem para que ele serve no livro.
 Tipo, o que eu quero saber do melhor amigo humano da protagonista?! Ele é só um humano, um fragmento do passado dela, é inútil!!!
Bom. Rodrigo não é um personagem inútil. Aaah, não!
Eu o defendo. Eu gosto dele. Até.


Na primeira parte do livro a gente fica assim: “aain que lindo! Ele aceita a Debora como ela é! Isso sim que é amizade”.
Na segunda parte do livro a gente tá mais ou menos assim: “O QUE ELE PENSA QUE TÁ FAZENDO? POR QUE ELE TÁ AGINDO ASSIM?!”
Na última parte do livro é quase como: “POR QUE NÃO MORRE DE UMA VEZ INFELIZ?! Aaah, não, não morre! Olha porque ele fez isso... tadinhoo...”
É. Rodrigo tem esse poder de nos tornar pessoas bipolares, fazendo com que nossa opinião sobre ele mude a toda hora.
Talvez seja porque ele pareça mudar toda hora.




Debora e Rodrigo se conheceram assim que ela saiu da cidade do interior onde morava com os pais e foi tentar a sorte de ser atriz em Newday com apenas 14 anos. No início, ele era algo como “protetor” dela, a guiando entre as pessoas desse meio tão disputado e até sangrento que é o mundo artístico.
Ele, como podia ser considerado uma pessoa influente nesse mundo, se tornou o empresário de Debora, além de seu maquiador. (apenas para estar com ela)
Rodrigo foi tudo que ela teve durante muitos anos, quando seus pais não a apoiavam e quando ela mesma se colocava em situações problemáticas envolvendo bebidas, homens desconhecidos e depressão.
Não preciso dizer que a amizade dos dois é forte; porém, preciso dizer que sempre achei Debora meio egoísta nessa amizade. Mas é algo normal, algo que acontece com todos os amigos. Sempre tem aquele que precisa de mais cuidado mesmo e de mais atenção. E Rodrigo cumpriu com seu papel de amigo-pai-irmão mais velho lindamente.
Debora o ama. E Rodrigo deve amá-la também, pois quando descobre no que ela se tornou, – uma vampira, para os desinformados – fica ao lado dela mesmo assim. Incondicionalmente.
Mas como em The Burns tudo pode acontecer e em Chamas de Sangue tudo acontece, uma reviravolta faz com que os dois voltem a se encontrar depois que Debora vai embora viver com os vampiros.
E o que eu posso contar sobre Rodrigo acaba aqui, pois ele é imprevisível e se eu contar tudo, perde a graça da surpresa e emoção.

Rodrigo é imprevisível, assim como Chamas de Sangue, lançamento da Editora Literata.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

BurnPersonagem - Debora Spencer


Debora Spencer é uma atriz frustrada que não consegue papeis sem que ela tenha que tirar a roupa em cena.
A minha relação com a Debora é bem conturbada e para ser sincera, eu a odeio a maior parte do tempo. Não seria amiga dela se ela existisse e ela não gostaria de ser minha amiga, já que eu não teria serventia para ela.
Eu não concordo com a maioria de suas atitudes e morro de vontade de dar uns tapas bem dados nela...
Mas... O crescimento de Debora durante Chamas de Sangue e no restante da série, faz com que eu entenda melhor e até a admire.

Debora é reclamona e mau humorada às vezes, mas acho que isso faz as pessoas rirem. Por ser uma artista, ela consegue ser bem dramática e um pouco egoísta, do tipo “o mundo gira ao meu redor”.
Falei todos os defeitos dela já?
Calma... Eu gosto da minha protagonista! Acreditem!
Debora tem o mesmo problema que Marcus e Viktor: a necessidade de se provar, de mostrar para o mundo que ela pode, que ela consegue e que ela é a certa.
Fui perceber que o trio principal é assim só depois que eu terminei de escrever Chamas de Sangue, mas gostei desse ponto em comum entre eles.
A qualidade de Debora que eu mais admiro é que ela faz as coisas pelo simples fato de achar certo e acreditar nisso. Ela não desiste. Nunca. Nunca.
Ela corre atrás, ela é estúpida o suficiente para enfrentar caras bem mais fortes que ela, mas ela não se senta e espera o soco vir, ela bate também. Ela é guerreira.
Acho que a relação dela com o Viktor é... óbvia. Digo, o cara é lindo, poderoso, rico e não a quer.
QUE MULHER NÃO SE APAIXONA POR UM CARA ASSIM?
Já a relação com o Marcus é... diferente. Um melhora o outro ao mesmo tempo que faz as piores coisas virem à tona. Um liberta o lado sombrio do outro.
Não sei dizer se isso é algo bom.
E Debora é leal a seus ideais de uma maneira que eu não consigo controlar enquanto escrevo. Têm cenas que eu me surpreendo com o senso de justiça dela, o que me faz rever aquela parte de ele ser uma egoísta mimada. Ela não é.
Em Chamas de Sangue, Debora passa por tantas coisas, a tranformação, o mundo novo dos vampiros, a desistência de sua carreira, a traição de pessoas que ela conhecia e amava, seu coração dividido entre fazer o certo ou fazer o que é melhor para ela... Tudo cai em cima da mocinha nos livros, não é?
Aqui é diferente: ela que quer carregar esse peso. Por quê? Porque ela quer se sentir viva novamente.
E quantas vezes você já não se sentiu assim, querendo se sentir vivo, querendo lutar por algo, querendo mudar sua vida em um minuto?
Ah, se me perguntassem uma frase que me faz lembrar à Debora imediatamente, eu diria apenas uma palavra: “droga”.
É a palavra favorita dela, eu acho.

“Droga, ela não sabia... E por que ele tinha que olhá-la assim? Droga.”

“-Sabe... Tem uma parte de mim que ainda acredita que tudo isso é um pesadelo e que eu vou acordar e ver que só tenho trabalhado demais e que filmes de vampiros não me fazem bem.”

“Não quero mais brincar disso, fazer parte dessa guerrinha de vocês, desse “quem pode mais”, “quem é o favorito do papai”... Não, chega, pra mim já deu!”

O que posso falar da Debora é que ela a personagem mais difícil de escrever, porque nunca concordamos em nada, mas no fim, depois de muita luta, ela sempre consegue me deixar orgulhosa.

Ficou curioso sobre a Debora?
Quer conhecê-la e tirar você mesmo suas conclusões sobre esse personagem?
Então aguarde até agosto para se deliciar em Chamas de Sangue, lançamento da Editora Literata.

“-Confiar em você? Por quê? Você me matou!”

M.L. Bastilho

quarta-feira, 1 de junho de 2011

BurnPersonagem


Até o lançamento de Chamas de Sangue pela Editora Literata, eu vou vir aqui falar de cada um dos personagens. Falar o que eu penso deles, o que os outros personagens pensam, como foi escrevê-lo, o que os leitores podem esperar dele no livro e na série toda.
E para estrear esse espaço, ninguém menos que o favorito Will.
Will

Will é o personagem mais fácil de escrever, às vezes, chego a pensar que ele se escreve sozinho... E ele é tão engraçado sem querer.
Will é a única testemunha de um crime importante em Chamas de Sangue, mas como um vampiro antigo, sabe que se meter em problemas que não são dele só faz com que sua vida entre em perigo. E é assim mesmo que o nosso Will é: um cara que sabe exatamente o que está fazendo, sempre. Por isso, ele é cuidadoso – paranoico – e escolhe muito bem quais batalhas lutar.
Com um passado misterioso – menos pra mim, claro – Will faz com que a gente se pergunte o tempo todo:
Por que ele faz isso se não precisa?
O que tem por debaixo desse sorriso infantil e desses olhos cansados?
Por que ele luta?
Quem ele realmente é?

Will, só Will, sem sobrenome – sentiu mais mistério ai? – é o personagem mais espontâneo da série e mais imprevísivel. E aah, o dono das melhores frases e respostas.
Quem já deu uma lida  ou pôde espiar Chamas de Sangue – ou quem ainda vai ler – nunca esquece de seu “Fim dos Tempos”. Frase que já faz sucesso entre os fãs da série que sempre que veem algo que não podem acreditar, respondem “fim dos tempos”.
Will detesta tecnologia e essa mania esnobe dos vampiros atuais de beberem sangue em taças ou de terem pena de se alimentar de humanos jovens, saudáveis e ainda não matá-los.
Mas Will é muito mais que só um garoto que faz a gente querer ter um irmão mais novo. Ele guarda muitos e muitos segredos, como todos os personagens. E o futuro dele na série é ainda mais emocionante e conturbado do que seu passado foi.

“– Ah! Ninguém aqui é inocente, Debora, ninguém, nem mesmo você. – disse ele ela não teve como retrucar, afinal, era verdade.”

“-Mãe... – chamou ela – Ele é um anjo? – perguntou apontando para ele.”

“-Devo comentar que seu plano é muito deprimente.”

Debora, a personagem que mais tempo passa com Will, acha que é como se existissem dois Will: um garoto e outro de 40 anos. Ela até diz que seu olhar muda e todo o peso de sua verdadeira idade cai sobre ele.
Marcus encontrou em Will o irmão caçula que Viktor nunca foi.
Eu, a autora, acho que o Will é um fofo e que morre de medo de mulheres chorando, pois nunca sabe o que dizer ou que fazer sem que elas chorem ainda mais, mas não posso dizer que ele é meu personagem favorito, se não vários outros vampiros irão me atacar.
O que posso falar do Will é que ele é o personagem que me faz escrever com um baita sorriso no rosto ou com lágrimas nos olhos.

Ficou curioso sobre o Will?
Quer conhecê-lo e tirar você mesmo suas conclusões sobre esse personagem?
Então aguarde, que em breve você poderá se deliciar em Chamas de Sangue, lançamento da Editora Literata.

“-Aliás, qual é o seu nome? Eu não costumo ficar no meio de florestas com moças que não sei o nome, desculpe, mas sou um rapaz de família, sabe?”

M. L. Bastilho

- Se você gostou, comente. Isso é importante e me faz sorrir.